Olá Cambada! Decidi passar por aqui e deixar-vos umas pitadas de novas descobertas sobre a identidade de Cristóvão Colombo.
Para quem não sabe, Colombo descobriu a América em 1492, sob a protecção dos reis católicos de Espanha (Fernando de Aragão e Isabel de Castela). A história oficial assegura-nos que o famoso navegador era genovês (italiano), vindo de uma família de tecelões, que foi aprendendo algumas técnicas de navegação e propôs ao rei português D. João II a descoberta das Indias a Ocidente. D. João II, conhecedor de geografia, achava que Colombo estava equivocado sobre a localização das Índias, terra de tantas riquezas. Colombo apontava terras a Ocidente, enaquanto que o rei português indicava terras a Oriente. Assim, D. João II terá dispensado os serviços do genovês e este procurou apoio em Castela. Assim, criou-se e ideia de que Cristóvão Colombo, tendo feito vários erros, chegou a América em 1492, julgando-se nas Índias.
Recentemente li um livro "Colombo Português", onde apresentam a seguinte teoria: Manuel Rosa, o autor do livro, refuta a história oficial e com vários documentos e muita investigação diz que Cristóvão Colombo era português e que trabalhava para D. João II, enganando os reis católicos. PORQUÊ? O rei desejava ardentemente chegar às ìndias e queria ter o caminho livre, sem a concorrência espanhola, que rivalizavam em tudo com o Reino português. Levando à corte espanhola um navegador que com vários mapas e teorias conseguisse comvencer que as Índias se encontravam a Ocidente, os reis católicos estariam empenhados na descoberta de uma outra terra e os navegadores portugueses tinham todo o tempo para fazer todas as tentativas e viagens.
Quais as ligações com Portugal?
Nos seus documentos, escreve em Português, e mesmo quando escreve em castelhano e italiano, demonstra vários "portugalismos", o que demonstra que o português era a sua língua materna;
Casou-se com Filpa Moniz (ilha da Madeira ou Porto Santo) com quem teve um filho. Ela pertencia à nobreza o que nega a história oficial. Se Colombo fosse um simples pebleu (filho de um tecelão) nunca poderia casar-se com alguém de um outro estrado social. Assim, Manuel Rosa, assume que Colombo seria um nobre, e levanta a possibilidade se ser um filho ilegítimo de príncipe português (refere mesmo a ligação com o Infante D.Henrique, o Navegador).
Enviou vária correspondência ao rei Português, o que contradiz a história oficial. Esta diz que D. João II expulsou Cristóvão Colombo de Portugal, sob a ameaça de prisão e morte caso pisasse solo português. No entanto, existem documentos que provam que Colombo esteve várias vezes em Lisboa para ver o nosso rei e inclusive estava a par de todas as descobertas portuguesas. Ora se ele sabia que Bartolomeu Dias tinha dobrado o Cabo das Tormentas e que existia ligação com o Oceano Índico, então, Colombo não teria também tentado testar o caminho?
Ele deu vários nomes portugueses às terras que descobriu: Cuba, S. Salvador, Fernandes, etc.
Em vários documentos, Colombo demonstra um grande conhecimento sobre a localização dos vários países e ilhas. É impossível aceitar a teoria de que ele estavia perdido e que se tenha enganado em relação à localização das verdadeiras Índias.
Será mesmo Português?
Apesar dos vários estudos e documentos que Manuel Rosa apresentou, a teoria de um Colombo português ainda não é aceite. Porém, ao ler o livro eu também fiquei com alguma desconfiança. Há vários documentos que se encaixam perfeitamente nesta teoria. Não me admirava nada que o nosso rei tenha tido a inteligência de enganar os reis católicos, pois já por vários anos que a Corte portuguesa estava obcecada por chegar a essa terra.
E assim, ainda hoje, a verdadeira identidade de Cristóvão Colombo permanece um mistério. Para todos os efeitos, em Cuba já está uma estátua do navegador, a única em Portugal.
"Em 2006, foi inaugurada na Vila uma estátua (...) em homenagem ao descobridor oficial da América, Cristóvão Colombo, no mesmo dia (28 de Outubro) em que o navegador terá aportado à ilha de Cuba em 1492.
Segundo a tese defendida pelo historiador português Mascarenhas Barreto ("Colombo Português: Provas Documentais"), o ilustre almirante teria nascido em Cuba, em 1448, como filho ilegítimo do Infante Dom Fernando, duque de Viseu e de Beja, e da indocumentada "Isabel Zarco". O nome de Colombo em castelhano, "Cristóbal Colón" seria um seu pseudónimo e código de guerra (CC seria espião ao serviço de D. João II), sendo o seu verdadeiro nome um indocumentado Salvador Fernandes Zarco, alegado neto materno ilegítimo do navegador e corsário João Gonçalves Zarco." in http://pt.wikipedia.org/wiki/Cuba_(Portugal)
Segundo a tese defendida pelo historiador português Mascarenhas Barreto ("Colombo Português: Provas Documentais"), o ilustre almirante teria nascido em Cuba, em 1448, como filho ilegítimo do Infante Dom Fernando, duque de Viseu e de Beja, e da indocumentada "Isabel Zarco". O nome de Colombo em castelhano, "Cristóbal Colón" seria um seu pseudónimo e código de guerra (CC seria espião ao serviço de D. João II), sendo o seu verdadeiro nome um indocumentado Salvador Fernandes Zarco, alegado neto materno ilegítimo do navegador e corsário João Gonçalves Zarco." in http://pt.wikipedia.org/wiki/Cuba_(Portugal)
